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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Podem as igrejas ser salvas? - Continuação

O VERDADEIRO CRISTIANISMO PROSPERA

 O MINISTÉRIO de Jesus Cristo causou um impacto no cenário do mundo no primeiro século. Ele impressionava as pessoas com sua mensagem que as revigorava, esclarecia e inspirava. Muitos dos que o ouviam falar ficavam profundamente comovidos com suas palavras. — Mateus 7:28, 29.




Jesus rejeitava destemidamente todo envolvimento nos opressivos sistemas eclesiásticos e políticos daquele tempo, mas era acessível às pessoas comuns. (Mateus 11:25-30) Reconhecia abertamente a influência dos espíritos iníquos que haviam tomado conta da Terra e demonstrava que tinha autoridade sobre eles — autoridade que Deus lhe havia dado. (Mateus 4:2-11, 24; João 14:30) Jesus esclareceu bem a relação fundamental entre o sofrimento e o pecado, e salientou bondosamente que o Reino de Deus traria alívio duradouro. (Marcos 2:1-12; Lucas 11:2, 17-23) De uma vez para sempre retirou o véu de escuridão que por tanto tempo havia ocultado a verdadeira personalidade do seu Pai, manifestando o nome de Deus a todos os que desejassem ter um relacionamento pessoal com Ele. — João 17:6, 26.



Portanto, não surpreende que os discípulos de Jesus, apesar da intensa perseguição religiosa e política, tenham divulgado rapidamente a dinâmica mensagem dele. Em apenas cerca de 30 anos, formaram-se congregações cristãs fortes na África, na Ásia e na Europa. (Colossenses 1:23) As verdades simples que Jesus havia ensinado iluminaram os corações de pessoas humildes e sinceras em todo o Império Romano. — Efésios 1:17, 18.




No entanto, como seria possível unir todos esses novos discípulos de diferentes formações econômicas, culturais, lingüísticas e religiosas em “uma só fé”, como o apóstolo Paulo a chamou? (Efésios 4:5) O que tornaria possível que todos ‘falassem de acordo’ e impediria que se distanciassem? (1 Coríntios 1:10) Em vista do problema sério de desunião que existe hoje entre professos cristãos, faremos bem em examinar o que o próprio Jesus ensinou.



O MINISTÉRIO de Jesus Cristo causou um impacto no cenário do mundo no primeiro século. Ele impressionava as pessoas com sua mensagem que as revigorava, esclarecia e inspirava. Muitos dos que o ouviam falar ficavam profundamente comovidos com suas palavras. — Mateus 7:28, 29.




Jesus rejeitava destemidamente todo envolvimento nos opressivos sistemas eclesiásticos e políticos daquele tempo, mas era acessível às pessoas comuns. (Mateus 11:25-30) Reconhecia abertamente a influência dos espíritos iníquos que haviam tomado conta da Terra e demonstrava que tinha autoridade sobre eles — autoridade que Deus lhe havia dado. (Mateus 4:2-11, 24; João 14:30) Jesus esclareceu bem a relação fundamental entre o sofrimento e o pecado, e salientou bondosamente que o Reino de Deus traria alívio duradouro. (Marcos 2:1-12; Lucas 11:2, 17-23) De uma vez para sempre retirou o véu de escuridão que por tanto tempo havia ocultado a verdadeira personalidade do seu Pai, manifestando o nome de Deus a todos os que desejassem ter um relacionamento pessoal com Ele. — João 17:6, 26.



Portanto, não surpreende que os discípulos de Jesus, apesar da intensa perseguição religiosa e política, tenham divulgado rapidamente a dinâmica mensagem dele. Em apenas cerca de 30 anos, formaram-se congregações cristãs fortes na África, na Ásia e na Europa. (Colossenses 1:23) As verdades simples que Jesus havia ensinado iluminaram os corações de pessoas humildes e sinceras em todo o Império Romano. — Efésios 1:17, 18.



No entanto, como seria possível unir todos esses novos discípulos de diferentes formações econômicas, culturais, lingüísticas e religiosas em “uma só fé”, como o apóstolo Paulo a chamou? (Efésios 4:5) O que tornaria possível que todos ‘falassem de acordo’ e impediria que se distanciassem? (1 Coríntios 1:10) Em vista do problema sério de desunião que existe hoje entre professos cristãos, faremos bem em examinar o que o próprio Jesus ensinou.


A base da união cristã

Quando Jesus foi julgado perante Pôncio Pilatos, ele identificou a base da união cristã. Disse: “Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que está do lado da verdade escuta a minha voz.” (João 18:37) Portanto, a aceitação dos ensinos de Jesus, junto com todo o restante da Palavra inspirada de Deus, a Bíblia, tem grande influência unificadora sobre os verdadeiros discípulos de Cristo. — 1 Coríntios 4:6; 2 Timóteo 3:16, 17.




É claro que perguntas sinceras e desacordos surgiriam às vezes entre os discípulos de Jesus. Como poderiam resolver essas diferenças? Jesus explicou: “Quando esse chegar, o espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade, pois não falará de seu próprio impulso, mas falará as coisas que ouvir e vos declarará as coisas vindouras.” (João 16:12, 13) Portanto, o espírito santo de Deus habilitaria os verdadeiros discípulos de Jesus a compreender a verdade à medida que fosse revelada progressivamente por Deus. Além disso, esse espírito produziria frutos, tais como amor, alegria e paz, que por sua vez promoveriam a união entre eles. — Atos 15:28; Gálatas 5:22, 23.




Jesus não deixou nenhuma margem para dissensões ou facções entre os seus discípulos, nem os autorizou a reinterpretar verdades divinas para ajustá-las às tradições culturais ou religiosas daqueles que encontrariam. Em vez disso, na sua última noite com eles, orou fervorosamente: “Faço solicitação, não somente a respeito destes, mas também a respeito daqueles que depositam fé em mim por intermédio da palavra deles; a fim de que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em união comigo e eu estou em união contigo, para que eles também estejam em união conosco, a fim de que o mundo acredite que me enviaste.” (João 17:20, 21) Portanto, a genuína união em espírito e verdade seria o sinal distintivo dos discípulos de Cristo desde o começo do cristianismo até o nosso tempo. (João 4:23, 24) No entanto, as igrejas atuais não estão unidas, mas sim divididas. Por que se dá isso?


Por que as igrejas estão divididas


A única explicação satisfatória para a grande diversidade de crenças e práticas entre os que hoje professam ser cristãos é que eles não aderem aos ensinos de Jesus. Certo jornalista observou: “Como no passado, os novos cristãos de hoje tendem a aceitar da Bíblia tudo o que lhes é conveniente — e a desconsiderar o que não se ajusta às suas próprias tradições religiosas locais.” Isso é exatamente o que Jesus e seus apóstolos predisseram que aconteceria.



Por exemplo, o apóstolo Paulo foi inspirado a escrever ao superintendente cristão Timóteo: “Haverá um período de tempo em que não suportarão o ensino salutar, porém, de acordo com os seus próprios desejos, acumularão para si instrutores para lhes fazerem cócegas nos ouvidos; e desviarão os seus ouvidos da verdade, ao passo que serão desviados para histórias falsas.” Seriam todos os cristãos desencaminhados? Não. Paulo prosseguiu: “Tu, porém, mantém os teus sentidos em todas as coisas, sofre o mal, faze a obra dum evangelizador, efetua plenamente o teu ministério.” (2 Timóteo 4:3-5; Lucas 21:8; Atos 20:29, 30; 2 Pedro 2:1-3) Timóteo e outros cristãos fiéis acataram esse conselho inspirado.



Os verdadeiros cristãos ainda estão unidos

Os verdadeiros cristãos hoje, assim como Timóteo, mantêm os seus sentidos, rejeitando raciocínios humanos e aceitando apenas a autoridade bíblica para as suas crenças doutrinais. (Colossenses 2:8; 1 João 4:1) Imitando os cristãos do primeiro século, as Testemunhas de Jeová efetuam o seu ministério em mais de 230 países, levando às pessoas em toda a parte a mesma mensagem que Jesus pregava, as boas novas do Reino. Considere quatro maneiras importantes pelas quais elas imitam a Jesus e praticam o verdadeiro cristianismo em união, não importa onde vivam.
Suas crenças baseiam-se na Palavra de Deus. (João 17:17) Um pároco na Bélgica escreveu sobre elas: “Uma coisa que podemos aprender delas [das Testemunhas de Jeová] é a sua disposição de ouvir a Palavra de Deus e sua coragem de dar testemunho dela.”




Encaram o Reino de Deus como solução para os problemas globais. (Lucas 8:1) Em Barranquilla, Colômbia, um membro das Testemunhas de Jeová conversou com Antonio, apoiador ferrenho de certo movimento político. Ele não tomou o lado de Antonio, nem apoiou alguma outra ideologia política. Em vez disso, propôs estudar gratuitamente a Bíblia com Antonio e suas irmãs. Antonio compreendeu logo que o Reino de Deus é realmente a única esperança para os pobres da Colômbia e do restante do mundo.
Honram o nome de Deus. (Mateus 6:9) Quando as Testemunhas de Jeová entraram em contato pela primeira vez com Maria, uma católica sincera que mora na Austrália, essa senhora permitiu que elas lhe mostrassem na Bíblia o nome de Deus. Como ela reagiu? “Quando vi pela primeira vez o nome de Deus na Bíblia, chorei. Fiquei muito comovida de saber que podia realmente conhecer e usar o nome pessoal de Deus.” Maria continuou a estudar a Bíblia, e pela primeira vez na vida chegou a conhecer a Jeová como pessoa e pôde desenvolver um relacionamento duradouro com ele.




Estão unidos pelo amor. (João 13:34, 35) Um editorial no jornal Ladysmith-Chemainus Chronicle, no Canadá, comentou: “Independentemente de sua convicção religiosa, ou falta dela, terá de reconhecer o mérito das 4.500 Testemunhas de Jeová que trabalharam 24 horas por dia durante a última semana e meia para construir um Salão de Assembléias de 2.300 metros quadrados em Cassidy . . . Fazer isso alegremente, sem discussões, dissensões ou sem buscar glória é uma marca do verdadeiro cristianismo.”

Portanto, considere a evidência. Enquanto teólogos, missionários e freqüentadores de igrejas da cristandade continuam a lidar com a crescente onda de controvérsias nas suas igrejas, o verdadeiro cristianismo floresce no mundo inteiro. De fato, os verdadeiros cristãos realizam seu ministério designado, de pregar e de ensinar a Palavra de Deus. (Mateus 24:14; 28:19, 20) Se você está entre os que “suspiram e gemem” por causa das coisas detestáveis que estão acontecendo e fica perturbado por causa da desunião existente entre as religiões da cristandade, convidamo-lo a se juntar às Testemunhas de Jeová na adoração cristã unida do único Deus verdadeiro, Jeová. — Ezequiel 9:4; Isaías 2:2-4.


Publicado em A Sentinela de 1.º de março de 2004


Convite deve ser estendido para outras pessoas. Não sejamos egoístas. Partilhemos os bons frutos.

sábado, 18 de junho de 2011

Podem as igrejas ser salvas?

“AS PESSOAS na Grã-Bretanha ainda crêem em Deus, mas não querem comprometer-se com Cristo”, disse Stephen Tiromwe, um clérigo ugandense. Uns 20 anos antes, ele sobreviveu à violenta campanha de perseguição e expulsão de dissidentes políticos movida pelo governo contra a sua igreja em Uganda. Atualmente, ele prega em clubes sociais para homens em Leeds, na Inglaterra, proferindo um discurso de dez minutos antes de seus ouvintes começarem a jogar bingo.

Do outro lado do Atlântico, a recém-organizada Missão Anglicana na América luta com uma crise espiritual similar. “Encontra-se agora nos Estados Unidos a maior população de língua inglesa que não vai à igreja e é espiritualmente indiferente”, diz o site oficial da missão na internet. “O nosso país está se tornando o campo missionário.” A nova missão fracassou em seus esforços de promover mudanças internas na igreja e por isso abandonou a tradição, juntando-se a líderes asiáticos e africanos para iniciar “uma campanha missionária nos Estados Unidos”.

No entanto, por que missionários africanos, asiáticos e latino-americanos estão ‘salvando almas’ em países que já se consideram cristãos na Europa e na América do Norte?
Quem está salvando quem?

Por mais de quatrocentos anos, um fluxo contínuo de missionários europeus dedicados acompanhou de perto a onda de expansão colonial conforme avançava na África, na América do Sul, na Ásia e no Pacífico. Procuraram levar a sua religião aos chamados pagãos nessas terras. Com o tempo, as colônias americanas, supostamente fundadas em princípios cristãos, aderiram ao esforço missionário dos países europeus e por fim os superaram, estabelecendo suas próprias missões evangélicas em todo o mundo. Agora, a maré virou.

“O centro [do cristianismo nominal] mudou”, disse Andrew Walls, diretor-fundador do Centro para o Estudo do Cristianismo no Mundo Não-Ocidental. Em 1900, 80 por cento dos que afirmavam ser cristãos eram europeus ou norte-americanos. No entanto, hoje em dia, 60 por cento de todos os professos cristãos vivem na África, na América Latina e na Ásia. Uma recente notícia na imprensa declarou: “As paróquias católicas na Europa dependem de sacerdotes das Filipinas e da Índia”, e “um em seis sacerdotes servindo agora em paróquias católicas norte-americanas veio do exterior”. Na Holanda, evangélicos africanos, a maioria deles de Gana, acham que são “uma igreja missionária num continente secularizado”. E evangelistas do Brasil realizam agora campanhas religiosas em diversas partes da Grã-Bretanha. Certo escritor observou: “O fluxo de missionários cristãos se inverteu.”
A perspectiva de um confronto fica cada vez maior

É bem possível que se precise de missionários nos continentes europeu e norte-americano, cada vez mais secularizados. “Na Escócia, menos de 10 por cento dos cristãos vão regularmente à igreja”, observou uma revista. O percentual é ainda menor na França e na Alemanha. Uma reportagem indicou que, segundo uma pesquisa, “cerca de 40 por cento dos americanos e 20 por cento dos canadenses dizem que vão regularmente à igreja”. Em contraste, consta que a assistência nas Filipinas é de quase 70 por cento, similar a outros países em desenvolvimento.

O que é mais significativo é que os que vão à igreja no Hemisfério Sul tendem a ser muito mais conservadores do que os que a freqüentam no Hemisfério Norte. Por exemplo, os católicos entrevistados nos Estados Unidos e na Europa manifestam sempre uma crescente desconfiança na autoridade clerical e defendem uma participação maior dos leigos e a igualdade das mulheres. Os católicos no Hemisfério Sul, por outro lado, adotam na maior parte a posição tradicional da igreja nessas questões. Ao passo que o deslocamento demográfico nas igrejas continua em direção ao sul, já se lançou a base para um confronto futuro. Philip Jenkins, um erudito em História e Religião, predisse: “É bem provável que dentro de uma ou duas décadas as pessoas de um lado do cristianismo global não reconhecerão as que pertencem ao outro lado como cristãos autênticos.”

Em vista dessa tendência, Walls disse que é urgente perguntar “como cristãos africanos, asiáticos, latino-americanos, norte-americanos e europeus podem conviver na mesma igreja, expressando sinceramente a mesma fé”. O que você acha? Será que as igrejas podem sobreviver num mundo dividido? Qual é a base da verdadeira união cristã?

Publicado em A Sentinela de 1.º de março de 2004

No próximo artigo veremos as respostas adequadas e bíblicas acerca desses assuntos.

terça-feira, 7 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Por que as pessoas fazem coisas más?


A mídia, em especial, é determinante no que diz respeito a concepções, idéias, comportamento... por isso mesmo, é melhor avaliar bem o que faz, o que ouve, o que vê. Seja decente!