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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Serenidade -muito prazer!


Vivemos épocas em que a moral e a ordem são descartadas como se não mais necessárias, porém, acreditamos que Deus é justo e a compaixão, isso que muitos não compreendem por causa da filosofia e imperfeição humana, traz, para o ser humano espiritualmente ajustado, a serenidade.
Sereno diz-se da pessoa calma, tranquila, sossegada e que faz as coisas minimamente calculadas, para que o resultado final seja positivo e saia da melhor maneira possível. 
Aplicado para o ser humano, sereno é o conceito geralmente associado com a capacidade de uma pessoa para agir de forma racional e forte em todos os momentos. O assunto é calma, portanto, não se deixa levar por impulsos ou por emoções. (http://oquee.com/sereno/)
A compaixão do Grandioso Criador Jeová é incomparável. Será que [a] terna compaixão é sinal de fraqueza? Na opinião de muitos humanos imperfeitos, sim. Por exemplo, o filósofo romano Sêneca, contemporâneo de Jesus e um dos mais importantes intelectuais de Roma, ensinava que “sentir pena é uma fraqueza da mente”. Sêneca era partidário do estoicismo, a filosofia que dava ênfase à calma desprovida de sentimentos. O sábio podia ajudar os necessitados, dizia ele, mas não devia ter pena, porque esse sentimento o privaria da serenidade. Segundo esse raciocínio egocêntrico, era inadmissível demonstrar compaixão de coração. Mas Jeová não é assim. Na sua Palavra, ele nos assegura que “é mui terno em afeição e é compassivo”. (Tiago 5:11, nota, NM com Referências) Como veremos, a compaixão não é uma fraqueza, mas uma qualidade forte e vital. Analisemos como Jeová, igual a um pai ou uma mãe amorosos, a manifesta.
Sejamos constantes, inabaláveis, cheios de fé e perseverança, com esperança.
Serenidade -muito prazer!
                                                                Joca Vitorino
Pensamento: "A pessoa prudente vê o perigo e se esconde, mas os inexperientes vão em frente e  sofrem as consequências." (Pro. 27:12)

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