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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Como disciplinar o amor

Para ter alegria na minha vida fiz de tudo: namorei muitas pessoas, trabalhei nas coisas que gosto, fiz centenas de amizades, empreguei noites curtindo, passeei, viajei, desenhei, li, escrevi, escutei, refleti e falei. É, havia feito tudo o que pensei ser agradável e valioso.
Tive tempo de amar. Amei pessoas maravilhosas, estranhas, exóticas. Amei minha família, amei a minha mãe, um amor onde o seu presente era eu. Me dava para a minha mãe com a minha consciência voltada para a felicidade e para a colheita que se há de fazer.
Fiz tudo pra ter alegria. Amei, aprendi, ministrei e depois de tudo senti um vazio. Tentei preencher minha vida trabalhando muito, curtindo muito e tentando muito muitas outras coisas, porém um vazio incalculável havia se instalado em mim e eu não sabia o que fazer. Não sabia mais o que fazer até que certo dia, duas senhoras conversavam comigo quando, num estalo, compreendi no meu coração, ou seja, discerni o que é muito profundo na Palavra de Deus quando diz: ‘Vocês conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.’ (João 8:32) E foi assim que fui preenchido, pois havia um vazio antes por causa da escuridão espiritual que as pessoas não se dão conta, mas que as afeta e atinge, e eu estava nessa escuridão, portanto, vazio do que é bom, do que causa felicidade, do amor e da presença de Deus.
O amor nunca acaba e para disciplinar o amor é preciso fé, posto que o amor é maior do que tudo.
Como assim, disciplinar o amor? Porque o amor que assistimos, ficamos sabendo por aí e que se torna notícia é um amor doentio, que na verdade, nem era para ser chamado de amor. Esse tipo de sensação tem que ser controlado, trabalhado, para tornar-se algo, ao menos, necessário.
Para ter alegria discipline-se. Não queira ‘consertar’ os outros ou os erros dos outros. Discipline a si mesmo e a recompensa será paz e felicidade.

                                                      Joca Vitorino


Pensamento: “Se eu der todos os meus bens para alimentar outros, e se eu entregar o meu corpo para me gabar, mas não tiver amor, de nada me adianta.” (1 Coríntios 13:3)

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