Google+ Followers

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A avó que sempre amou


Hoje acordei muito feliz, satisfeito e com muita dor. Uma dor lancinante e profunda no meu peito, falta de ar e tontura. Tentei relaxar e caminhei um pouco, conversei outro pouco e fiz ligações e atendi telefone. Quando a dor se transformou em agonia pude perceber que as manifestações que estavam a me atormentar eram apenas saudades. Senti uma imensa saudade da minha mãe e isso doeu de um jeito que só quem perdeu um ente muito querido na morte sabe o que estou dizendo.
O epílogo da saudade é o amor. Ninguém sente saudade amorosa de quem não gosta. A saudade é um fator do coração.
Estou saudoso, mas não triste. Tenho fé, esperança e consolo na Palavra do Grandioso Criador, que diz: “Pois, assim como o Pai levanta os mortos e lhes dá vida, assim também o Filho dá vida a quem ele quer.” (João 5:21) E completa: “Não fiquem admirados com isso, pois vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a voz dele  e sairão: os que fizeram coisas boas, para uma ressurreição de vida; e os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento.” João 5:28, 29)
A saudade que sinto é de uma mãe toda-importante, madura, eficiente o suficiente para *criar seus próprios filhos, filhos de familiares e de vizinhos; madura tanto no campo familiar como no campo profissional e amorosa não importava quem fosse o que dela precisasse. *Criar no sentido amplo mesmo. Uma criação onde a educação tinha que ser primordial.
Sinto saudades de uma avó que sempre amou. Cuidou, criou, sensibilizou e compartilhou um afeto e um carinho cheio de dinamismo e compreensão.
Que o nosso amado e santo Deus Jeová, misericordioso que é nos dê um bom dia de revigoramento espiritual e bençãos em nome de nosso Senhor Jesus Cristo!

                                                        Joca Vitorino

Pensamento: “Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra.” (Mateus 5:5)

Nenhum comentário:

Postar um comentário