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sábado, 23 de agosto de 2014

O valor de um nome

Olá, hjtns, tudo bem? Tudo normal, gnkw!
Percebeu como seria estranho se não tivéssemos um nome? O nosso nome é uma melodia doce de ouvir. Gosto de ouvir alguém me chamar pelo meu nome e sinto, pelo tom de voz expresso, o que pode vir daquela chamada.
Todos somos felizes quando sentimos que alguém que conhecemos há pouco tempo lembra o nosso nome. É um sinal que a pessoa se interessou e se importa conosco. 
"Que há num simples nome? Aquilo que chamamos de rosa, com outro nome, teria igual perfume." -William Shakespeare.
Segundo a Wikipédia, nome é um vocábulo ou locução que tem a função de designar uma pessoa, um animal, uma coisa ou um grupo de pessoas, animais e coisas.  
De acordo com a semiótica, um nome é um signo em que o significante é a imagem acústica da palavra falada ou a representação gráfica da palavra escrita, e o significado é conceito do objeto ao qual esta palavra remete. Este signo pode atuar como símbolo (quando se refere a uma universalidade; ex.: "rei" --- todo e qualquer rei), como índice(quando se refere a um elemento ou indivíduo; ex.: "Luís XV" --- e não qualquer rei) e também como ícone (quando se refere a uma idéia geral; ex.: "coroa" --- ícone que indica o símbolo "rei"). Obviamente, a função semântica e sintática de um nome pode variar de acordo com o contexto.
Adão deu nome aos animais, porque isto era correto aos olhos do Criador. (Gên. 2:19) Jeová Deus ajudou Adão por trazer os animais a ele para dar-lhes nome.
Nessa mesma linha de raciocínio entendemos que o nome é muito mais do que identificar alguém; é saber como age aquela pessoa. Sendo assim, é muito provável e inteligente saber e entender que o Deus que criou todas as coisas tenha um nome.
Segundo o site http://www.jw.org/pt/ Jeová [forma causativa, no imperfeito, do verbo hebr. ha·wáh (vir a ser; tornar-se); significando: “Ele Causa que Venha a Ser”].
nome pessoal de Deus. (Is 42:8; 54:5) Embora as Escrituras o designem por títulos descritivos, tais como “Deus”, “Soberano Senhor”, “Criador”, “Pai”, “o Todo-poderoso” e “o Altíssimo”, a sua personalidade e os seus atributos — quem e o que Ele é — são plenamente resumidos e expressos apenas por este nome pessoal. — Sal 83:18.
A Pronúncia Correta do Nome Divino. “Jeová” é a pronúncia mais conhecida do nome divino, em português, embora a maioria dos hebraístas seja a favor de “Javé” (ou “Iahweh”). Os manuscritos hebraicos mais antigos apresentam este nome na forma de quatro consoantes, comumente chamadas de Tetragrama (do grego te·tra-, que significa “quatro”, e grám·ma, “letra”). Estas quatro letras (escritas da direita para a esquerda) são יהוה e podem ser transliteradas em português como YHWH (IHVH, ou JHVH).
As consoantes hebraicas do nome, portanto, são conhecidas. A questão é: Quais são as vogais que devem ser combinadas com as consoantes? Sinais vocálicos só vieram a ser utilizados no hebraico na segunda metade do primeiro milênio EC. (Veja HEBRAICO [Alfabeto e Escrita Hebraicos].) Além disso, devido a uma superstição religiosa que teve início séculos antes, os sinais vocálicos encontrados em manuscritos hebraicos não nos fornecem a chave para determinar que vogais devem aparecer no nome divino.
Superstição oculta o nome. Em determinado período, surgiu entre os judeus uma idéia supersticiosa, de que era errado até mesmo pronunciar o nome divino (representado pelo Tetragrama). Não se sabe exatamente em que se baseou originalmente a descontinuidade do uso deste nome. Alguns sustentam que o nome era considerado sagrado demais para ser proferido por lábios imperfeitos. Todavia, as próprias Escrituras Hebraicas não apresentam nenhuma evidência de que quaisquer dos verdadeiros servos de Deus alguma vez hesitassem em proferir o nome Dele. Documentos hebraicos não-bíblicos, tais como as chamadas Cartas de Laquis, mostram que o nome era usado na correspondência comum na Palestina na última parte do sétimo século AEC.
Outro conceito sustenta que se pretendia impedir que povos não-judaicos conhecessem o nome e possivelmente o usassem mal. Todavia, o próprio Jeová disse que faria com que ‘seu nome fosse declarado em toda a terra’ (Êx 9:16; compare isso com 1Cr 16:23, 24; Sal 113:3; Mal 1:11, 14), para ser conhecido até mesmo aos seus adversários. (Is 64:2) De fato, o nome era conhecido e usado por nações pagãs tanto antes da Era Comum como nos primeiros séculos dela. (The Jewish Encyclopedia [A Enciclopédia Judaica], 1976, Vol. XII, p. 119) Outra alegação é que o objetivo era proteger o nome contra o uso em ritos mágicos. Neste caso, trata-se de raciocínio fraco, pois é óbvio que, quanto mais misterioso se tornasse o nome por falta de uso, tanto mais serviria para os objetivos dos praticantes da magia.
O valor do nome, temos certeza agora, é próprio de quem é digno, justo e merecedor de tal. A Bíblia nos fala que um bom nome é preferível às grandes riquezas; a boa reputação vale mais do que a prata e o ouro. Sabemos, então, que as nossas ações é que deixarão marcas registradas de quem somos ou fomos nós realmente. (Pro. 22:1)
Que o nosso Criador, Todo-Poderoso, amoroso e eterno Deus Jeová, santo que é nos dê um bom dia de frutos do espírito santo, bençãos, madureza espiritual, boa saúde, proteção e sabedoria em nome de nosso Senhor Jesus Cristo!

                                                       Joca Vitorino

Pensamento: "Que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus." (Eclesiastes 3:13)



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