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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Como honrar as pessoas?


Em que se baseiam seus valores?




DIZ a lenda que ele andava em plena luz do dia com uma lanterna acesa na busca persistente, porém inútil, de um homem virtuoso. Seu nome era Diógenes, filósofo que viveu em Atenas no quarto século AEC.
É impossível confirmar a legitimidade dessa história. Mesmo assim, se Diógenes vivesse hoje, não se poderia culpá-lo caso ele considerasse ainda mais difícil encontrar pessoas de boa moral. Muitos parecem rejeitar a crença de que as pessoas devem adotar valores éticos fixos. A mídia volta e meia noticia escândalos morais — na vida particular, no governo, entre profissionais, nos esportes, no mundo empresarial e em outras áreas. Muitos dos valores que as gerações passadas prezavam não são mais respeitados. Padrões estabelecidos estão sendo reavaliados e, muitas vezes, rejeitados. Outros valores são reverenciados na teoria, mas não na prática.
“A época de padrões de moral aceitos por todos já passou”, diz Alan Wolfe, sociólogo especializado em religião. Também se atribui a ele esta declaração: “Nunca antes na História foi tão forte o sentimento de que as pessoas não podem confiar nas tradições e nas instituições para guiá-las em questões de moral.” A respeito dos últimos cem anos, o jornal The Los Angeles Times comentou a observação do filósofo Jonathan Glover de que o declínio da religião e das leis de moral universais foi decisivo para a atual onda de violência no mundo.
Essa confusão a respeito de valores universais, porém, não impede que algumas pessoas busquem um código de moral. Alguns anos atrás, Federico Mayor, ex-diretor-geral da Unesco, declarou que, “como nunca antes, a ética ocupa o primeiríssimo plano nos assuntos de preocupação mundial”. Mas a falha do mundo em adotar valores corretos não significa que não existam valores sadios que possam e devam ser adotados.
Em seu livro The Undiscovered Self (O Eu e o Inconsciente), o Dr. Carl Jung observou: “O indivíduo que não estiver ancorado em Deus não pode oferecer resistência alguma, à base de seus próprios recursos, aos agrados físicos e morais do mundo.”
Essa conclusão se harmoniza com o que escreveu um antigo profeta: “Não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” (Jeremias 10:23) Nosso Criador diz: “Eu os ensino para o seu próprio bem e os guio no caminho que devem seguir.” — Isaías 48:17Bíblia na Linguagem de Hoje .

Sim, os ensinos da Bíblia oferecem algo que a sociedade humana necessita desesperadamente: conselhos que habilitem as pessoas a desenvolver os melhores padrões de moral possíveis. As que aceitam e aplicam esses ensinos passam por uma transformação significativa. Mudam para melhor o seu modo de pensar. (Efésios 4:23, 24) As suas motivações também melhoram. Aprender os valores de Deus, expressos na Bíblia, tem ajudado muitas pessoas a expulsar do coração o racismo, o preconceito e o ódio. (Hebreus 4:12) As Escrituras e os valores que elas promovem as têm motivado a renunciar a todo tipo de violência e de maldade e a se tornar pessoas melhores.
De fato, os valores bíblicos têm ajudado milhões de indivíduos a abandonar práticas e hábitos bem arraigados, que podem arruinar a vida da pessoa. (1 Coríntios 6:9-11) Os ensinos bíblicos têm mudado tais pessoas — não apenas seus hábitos, mas também seus corações, suas esperanças e sua vida familiar. Por mais que o mundo piore, pessoas ao redor do globo continuam a mudar para melhor. E isso não vai parar. “Secou-se a erva verde, murchou a flor; mas, quanto à palavra de nosso Deus, ela durará por tempo indefinido.” — Isaías 40:8.

Adotar os valores bíblicos pode nos ajudar a ter um bom casamento,
relações familiares felizes e amizades recompensadoras

Publicado em A Sentinela  de 15 de junho de 2007





ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS


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